tijolices

Para ir sendo construído, disse eu no início. A obra acabou.

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Localização: Lisboa, Portugal

sábado, fevereiro 26, 2005

Serenidade


Spend all your time waiting for that second chance
for a break that would make it okay
There's always some reason to feel not good enough
and it's hard at the end of the day
I need some distraction oh, beautiful release memory seep from my veins
Let me be empty and weightless and maybe I'll find some peace tonight
In the arms of the angel fly away from here
From this dark cold hotel room and the endlessness that you fear
You are pulled from the wreckage of your silent reverie
You're in the arms of the angel
May you find some comfort here
So tired of the straight line and everywhere you turn
there's vultures and thieves at your back
And the storm keeps on twisting you keep on building the lies
that you make up for all that you lack
It don't make no difference escaping one last time
It's easier to believe in the sweet madness
oh this glorious sadness that brings me to my knees
In the arms of the angel fly away from here
From this dark cold hotel room and the endlessness that you fear
You are pulled from the wreckage of your silent reverie
You're in the arms of the angel
May you find some comfort here
You're in the arms of the angel
May you find some comfort here.

("Angel", Sarah McLachlan)

sexta-feira, fevereiro 25, 2005

Nuances

Há dias em que não me conheço. Estranho certas reacções. Espantam-me novas emoções. Por isso...triste acordo mas feliz adormeço.

quinta-feira, fevereiro 24, 2005

Anos 70

Esta noite sonhei que estava lá. O ano? 1978. E revivi um dos muitos fins-de-semana de sol, praia e dance music. O voo de 10 minutos; o tractor que nos levava para o hotel; o percurso sinuoso até aos bungalows a ver se não nos caía um coco na cabeça; as noites na discoteca com o dj Daniel; o passeio de barco até à Ilha dos Portugueses; o almoço de domingo em volta da piscina; o areal; as palmeiras; o riso das conversas entre amigos; o nascer de um amor; a resssaca de um romance acabado... Sim, sonhei que estava na Inhaca.
(foto: www.pestana.com)

quarta-feira, fevereiro 23, 2005

Recomeço

Sopram, fortes e agrestes. Atemorizam-me pela incerteza que encerram. Estimulam-me pela descoberta que prometem. Se os olhar de frente, empurram-me para trás. Não é, pois, cobardia virar-lhes as costas. É coragem, deixar-me ir ao sabor destes ventos de mudança.

segunda-feira, fevereiro 21, 2005

Monday

Vim apenas desejar-lhes uma óptima semana!

sábado, fevereiro 19, 2005

"Que sera"

Obrigada pelas visitas. Voltarei no dia 23. Beijinhos saudosos!

UM ÓPTIMO FIM DE SEMANA
(imagem:www.cantinho.thata.nom.br)

terça-feira, fevereiro 15, 2005

Pausa

Volto daqui a uns dias. Até lá, beijinhos a todos!

segunda-feira, fevereiro 14, 2005

Dia de...

Não ligo aos dias especiais. Prefiro um contínuo de dias de... Amorados.
(foto de Pedro Monteiro em www.thousandimages.com)

domingo, fevereiro 13, 2005

"La Seine à Chatou"

Renoir. Sempre.
BOM DOMINGO!

(imagem: www.artrecordiff.com)

sábado, fevereiro 12, 2005

Rotina

Vejo-os todos os dias. Um casal. Primeiro chega ele. Alegre e vivaço. Olha para a esquerda, depois para a direita. Atento. Ansioso. Junto da cameleira. O local do costume. Mexe-se. Agita-se. Como se a chamá-la. E eu sorrio, na expectativa do encontro. Ela tarda. Ele aguarda. Com a paciência do amor. Continuo a observá-lo. Ei-la que chega. O alvoroço cresce dentro dele. Ela aproxima-se, esvoaçante. Um sorriso no olhar. Ele retribui com um aceno de cabeça. Descem então, juntos. De cima da vedação para o vaso da cameleira. Esgravatam a terra, soltam as aparas de pinheiro. São eles, os meus melros descarados. Que, felizes e inseparáveis, fazem do meu terraço o restaurante diário de prato do dia sempre igual. Após o repasto, saltitam até à porta envidraçada e miram-me, atrevidos, com um sacolejo de penas. Até amanhã, amigos!
(fotos:www.minerva.uevora.pt)

sexta-feira, fevereiro 11, 2005

Modesta retribuição...

T de terna, travessa, tolerante;
E de extrovertida, excelente;
R de risonha, revolucionária;
E de endiabrada, expedita, exímia;
S de sábia, sensível, sensual;
A de atenta, altruísta, amiga.
M de Mulher, Mãe, Meiguice;
A de Afecto, Altruísmo, Amor;
T de Trabalho, Têmpera, Ternura;
O de Originalidade, Omnilíngua;
S de Solidariedade, Sucesso, Simpatia;
O de....ÓPTIMA!!!
Vão lá ver se eu não tenho razão: titas.weblogger.terra.com.br

quinta-feira, fevereiro 10, 2005

Descoberta

«És muito complicada, tu!» A frase caiu mal, magoou de tão injusta e descabida. Complicada porquê? Por pensar primeiro nos outros? Por não invadir espaços e rotinas? Por calar desejos e vontades? Por satisfazer pedidos? Por facilitar a vida...? Ah, espera aí. Afinal, tens razão. Sou complicada, sim. E muito. Porque essa vida facilitada não é a minha.

quarta-feira, fevereiro 09, 2005

Oldies - II


Mais nostalgia...

terça-feira, fevereiro 08, 2005

Oldies

Hoje apeteceu-me ouvir isto. Sons de outros carnavais...

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

Contabilidade

Ando há dias a matutar numa frase sábia que li no blog da Thita (abcdosmiudos.blogspot.com). E, como tantas vezes sucede nestes casos, pensei: «É mesmo, é isso mesmo!» Porque há sempre, acaba por chegar sempre, um dia em que fazemos um balanço da nossa vida e não nos agrada o saldo que lá aparece. Pedimos então um extracto de conta com os movimentos todos, só para confirmar. E lá estão eles, os créditos e os débitos. Bate certo, o saldo. Aplicámos um capital de entusiasmo proporcionalmente inverso aos resultados obtidos. Recusámos investimentos por mera desconfiança. Poupámos para futuras necessidades. Tudo certinho, como deve ser. Mas podíamos ter arriscado mais. Conclusão: não convém deixar atrasar esse relatório de contas. Convém, isso sim, comprar acções como esta:
"Não faça de sua vida um rascunho, pois pode não dar tempo de passar a limpo." (André Rossato).

domingo, fevereiro 06, 2005

Um soneto perdido de William Shakespeare


"Devo comparar-te a um dia de Verão
P'ra que assim a rosa da beleza nunca morra?
Se de pesado sono meus olhos cegos estão
É o coração que nele fiques te implora.
Se pudesse dos teus olhos a beleza escrever
Com meios mais sublimes que meu árido verso,
Para tua verdadeira imagem retratada ver
Não cuidaria das horas o progresso.
Com a tua perda lucra o meu amor, se te perder,
E no entanto o amor sabe que é maior o penar:
Ver que a tua lembrança não logra conter
O fraco consolo que ao arguido lhe traz o pesar.
Mas por isso mesmo sábia lição aprendi,
Nessa peleja com o Tempo por amor a ti."

( in O Falecido Sr Shakespeare, de Robert Nye, Temas e Debates, 2002, trad. Lucinda Santos Silva)

sábado, fevereiro 05, 2005

Votos de...

... Bom Domingo!

sexta-feira, fevereiro 04, 2005

Laurence

Preciso de um decorador...
(foto: www.llb.co.uk)

quinta-feira, fevereiro 03, 2005

Vidas...

Uma imagem que para sempre guardarei...

terça-feira, fevereiro 01, 2005

Aceitação

É estranho. Bate no meu peito um coração sofrido. Guardo na alma dores grandes e pequenas. Vincam-me a fronte mágoas e penas. Embaciam-se-me os olhos de lágrimas contidas. Tarda o sono em noites esquecidas. Queda-se o olhar em horizontes sonhados. Saem palavras em arroubos inspirados. Solta-se o riso em súbitos alentos. Desliza o choro em doridos momentos. É estranho, sim. Daí que eu insista. Que, com estímulo tamanho, veia poética em mim não exista.