tijolices

Para ir sendo construído, disse eu no início. A obra acabou.

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quinta-feira, janeiro 06, 2005

Instantâneos familiares

A minha avó materna vivia connosco e era muito doente. Eu herdei-lhe o nome e aos 16 anos foi-me diagnosticado o, então misterioso e temível, Lúpus. Durante umas semanas, a minha mãe viu-se obrigada a telefonar para dois médicos, identificando-se ora como mãe, ora como filha, da paciente. Um dia, vencida pelo cansaço, pela angústia, e momentaneamente baralhada com a homonímia, liga para o da minha avó e diz: Boa tarde, doutor Gamboa, fala a filha da mãe...!

4 Comments:

Blogger lobices said...

...e, estava certo, né?... era a filha da mãe, ou não? :)*

06 janeiro, 2005 13:41  
Blogger molin said...

Imgaino que o médico deva ter dito logo de seguida: "olhe, então aproveite para passar no meu consultório para lhe receitar, também para si, uns comprimiditos..."

Ou, simplesmente, desatou a rir à gargalhada!

Belo episódio!

06 janeiro, 2005 16:17  
Blogger Mitsou said...

Molin, desatou ele e desatámos nós, eu e a minha tia, que ouvimos...e vimos a cara da minha mãe :)))

06 janeiro, 2005 17:33  
Blogger titas said...

só tu me farias esbçar um sorriso às 5, 20 da manhã.
Esta merda não rende nada. 'Tou a ficar doida.
Olha-me só:são resmas e resmas de páginas com
amida de ácido 3-(4-bromo-2,6-difluoro-benziloxi)-5-[3-(4-pirrolidin-1-il-butil)-ureido]- isotiazole-4-carboxílico;
sal de mesilato de amida de ácido 3-(4-bromo-2,6-difluoro-benziloxi)-5-[3-(4-pirrolidin-1-il-butil)-
ureido}-isotiazole-4-carboxílico;
amida de ácido 5-{3-[3-(4-metil-piperazin-1-il)-propil]-ureido}-3-(2,3,6-trifluoro-4-metil-benziloxi) -
isotiazole-4-carboxílico;

07 janeiro, 2005 05:20  

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